quarta, 09 novembro 2016 10:47

SPEDM estuda impacto das bombas infusoras de insulina

O grupo de estudos de Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM) está a convidar todos os médicos, que trabalham na gestão da diabetes tipo 1, a participar no estudo nacional QoL & Satisfaction in Diabetes Intensive Therapies (QoL&SinDIT).

Este estudo tem o objetivo de avaliar a qualidade de vida e a satisfação com o tratamento nas pessoas com diabetes tipo 1, sob terapia intensiva com insulina.
“Já ninguém tem dúvidas em Portugal que existe, em geral, uma melhoria significativa no tratamento da diabetes com redução das hipoglicemias e melhoria dos níveis da glicemia no sangue com a utilização das bombas infusoras de insulina (BII) por parte dos diabéticos tipo 1”, refere o Dr. Francisco Carrilho, presidente da SPEDM. No entanto, “faltavam-nos dados que avaliem se estas melhorias se estendem à real qualidade de vida de quem usa estes dispositivos, algo que este estudo vai permitir”, acrescenta.
Para os diabéticos tipo 1, em tratamento com as várias administrações de insulina e que não conseguem um bom controlo da diabetes, desenvolveram-se estas bombas infusoras de insulina, que permitem que a insulina seja injetada de forma contínua durante as 24 horas, com débitos diferentes de acordo com as necessidades do diabético.
A Prof.ª Doutora Helena Cardoso, médica endocrinologista do Centro Hospitalar do Porto e responsável por este estudo, considera que “para os médicos envolvidos no estudo é uma oportunidade de avaliarem a qualidade de vida e a satisfação com o tratamento dos pacientes que acompanham”. Funcionando através de um questionário online, o QoL&SinDIT é atribuído pelo médico ao doente. “No final do estudo todos estes médicos terão também acesso aos dados agregados do mesmo, podendo avaliar a evolução dos seus doentes, comparar formas de administração da insulina, comparar formas de monitorização da glicose e avaliar o impacto de mudanças de tratamento, uma vez que o questionário será repetido ao fim de 12 meses”, indica a Prof.ª Doutora Helena Cardoso.
O estudo tem a duração de 12 meses e tem como data limite para a sua iniciação o dia de 31 de dezembro de 2017. O preenchimento dos inquéritos será realizado, através da plataforma digital Emminens, com o apoio da Roche Diabetes Care
Aceda ao site da SPEDM e saiba mais sobre o estudo e como se pode inscrever no mesmo.

 

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