Investigação

Novos estudos apresentados na 54.º Reunião Anual da Associação Europeia para o Estudo da Diabetes (EASD 2018) demonstram que os serviços de saúde e as estratégias de saúde destinadas a reduzir a prevalência de diabetes tipo 2 podem revelar-se ineficazes, a menos que abordem fatores sociais e culturais. Os investigadores relacionaram fatores como as tradições alimentares e os papéis tradicionais de cada género com o aumento da vulnerabilidade da diabetes nas cidades, onde três quartos das pessoas com a doença vão viver até 2045.

Para assinalar o Dia Mundial do Coração, que se celebrou a 29 de setembro, a Federação Internacional de Diabetes (IDF), em parceria com a Novo Nordisk, anunciou os resultados do estudo “Taking Diabetes to Heart”. O estudo global investigou a consciência sobre a doença cardiovascular (DCV) em 12.695 pessoas com diabetes tipo 2 e revelou que duas em cada três pessoas apresentam vários fatores de risco cardiovascular. Um em cada quatro inquiridos revelou que nunca discutiu o risco cardiovascular com um médico e um em cada quatro considera ter baixo risco de DCV.

A Sanofi estudou as vantagens de insulina glargina 300 U/mL através de vários ensaios clínicos controlados aleatorizados (head-to-head) e de evidência do mundo real (RWE) para obter uma visão ampla de como esta terapêutica afeta pessoas com diabetes aquando do início do tratamento com insulina basal. Dois destes estudos foram apresentados no 54th Annual Meeting of the European Association for the Study of Diabetes (EASD 2018).

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