Opinião

Nódulos da tiroide: Como avançar no diagnóstico segundo as guidelines?
Dr.ª Elisabete Rodrigues, assistente graduada de Endocrinologia no Centro Hospitalar São João e FMUP
21 Fev. 2017

Os nódulos da tiroide são um problema clínico muito comum, com uma prevalência estimada por palpação de 5% das mulheres e 1% dos homens que vivem em zonas com carência de iodo. Porém quando avaliada por ecografia 33 a 68% da população adulta tem nódulos tiroideus.

Crescimento e gónadas: Baixa estatura, quando suspeitar de patologia
Dr.ª Cláudia Nogueira, assistente hospitalar de Endocrinologia, Serviço de Endocrinologia, Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro
21 Fev. 2017

A baixa estatura é um dos motivos mais frequentes de referenciação a consulta de Endocrinologia Pediátrica. Define-se como estatura inferior a dois desvios-padrão da estatura média da população de referência para a mesma idade e sexo, ou estatura inferior ao percentil 3. As causas mais frequentes de baixa estatura são variantes do normal e são a baixa estatura familiar (BEF) e o atraso constitucional do crescimento e da puberdade (ACCP).

Obesidade: Tratamento médico, como?
Dr.ª Joana Saraiva, assistente hospitalar de Endocrinologia, Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC)
21 Fev. 2017

A obesidade é definida como uma doença crónica que envolve uma complexa interação de fatores genéticos, ambientais e comportamentais, e que pode resultar em graves complicações.

Disruptores endócrinos e obesidade
Prof. Doutor M. Ramiro Pastorinho, professor assistente convidado, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Ciências Médicas, Universidade da Beira Interior
08 Fev. 2017

A investigação dedicada aos químicos com capacidade de interferir com o sistema endócrino tem o seu rito de passagem para a “ciência moderna” com a Wingspread Conference.

Multiomics a caminho do tratamento personalizado da diabetes. O futuro?
Prof.ª Doutora Mariana P. Monteiro, UMIB, Universidade do Porto; University College London Hospitals, UK
08 Fev. 2017

A medicina da última década caracteriza-se pelo aparecimento e implementação dos “Omics”, neologismo inglês que se refere aos estudos no domínio da biologia terminados com o sufixo –“omics”.

Doenças endócrinas e hipertensão
Dr.ª Márcia Alves, assistente hospitalar de Endocrinologia no Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Nutrição do Centro Hospitalar do Baixo Vouga
03 Fev. 2017

Existem no mínimo 14 doenças endócrinas que se podem apresentar clinicamente com hipertensão arterial (HTA). Um diagnóstico correto de hipertensão endócrina permite uma oportunidade única de tratamento: obter uma resolução, total ou parcial, da HTA, com terapêutica dirigida e eficaz (cirúrgica ou farmacológica).

Diabetes gestacional: O que há de novo?
Dr.ª Rosa Dantas, assistente hospitalar de Endocrinologia no Centro Hospitalar do Baixo Vouga
01 Fev. 2017

A associação entre a hiperglicemia materna e o risco aumentado de complicações materno-fetais reuniu, desde sempre, um consenso generalizado entre as diversas organizações médicas. Contudo, a diabetes gestacional foi, e continua a ser, um dos temas médicos mais controversos.

Novas tecnologias na diabetes
Dr.ª Teresa Azevedo, endocrinologista no Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Nutrição do Centro Hospitalar do Baixo Vouga, EPE
01 Fev. 2017

As inovações tecnológicas têm revolucionado o tratamento da diabetes, estando muitas vezes associadas a uma melhoria do controlo metabólico e qualidade de vida dos doentes. Quando falamos em novas tecnologias na diabetes pensamos em “pâncreas artificial”, ou seja, num sistema capaz de manter a normoglicemia de forma automática, sem interferência do utilizador. Na busca desta realidade já foram dados grandes passos.

Educação terapêutica
Enf.ª Fernanda Gomes, enfermeira no Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Nutrição do Centro Hospitalar do Baixo Vouga
01 Fev. 2017

A diabetes, paradigma da doença crónica, constitui um grave problema de saúde pública a nível mundial, não só pelo aumento da sua incidência, como também pela sua elevada morbilidade e mortalidade, revelando-se um verdadeiro desafio para os doentes e para os profissionais de saúde, requerendo a educação terapêutica (processo contínuo, integrado nos cuidados de saúde) para os doentes crónicos/família/cuidadores adquirirem e manterem conhecimentos importantes acerca do seu tratamento, de modo a conviver convenientemente com a sua doença.

Novos fármacos na DMT2: Agonistas do GLP-1R
Dr.ª Diana Martins, Endocrinologia/Nutrição, Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra
17 Jan. 2017

O aumento progressivo da prevalência da diabetes mellitus tipo 2 (DM2), assim como a coexistência de diversos defeitos fisiopatológicos implicados na sua génese, determinaram a necessidade de desenvolvimento de novos alvos terapêuticos, direcionados não só para a melhoria do controlo glicémico mas também com efeitos ao nível do perfil metabólico e cardiovascular global e com o menor número de efeitos adversos associados.

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