De acordo com o Prof. Doutor José Silva Nunes, a “mudança de paradigma que, atualmente, se verifica no tratamento da pessoa com diabetes tipo 2” pressupõe, necessariamente, “modificações consonantes” com essa atualização. Além dele, também o Dr. José Augusto Simões reforça a importância da Medicina Personalizada, tendo em conta o risco cardiovascular de cada doente. Assista aos vídeos das entrevistas realizadas durante a 34.ª edição das Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes de Almada, que decorreram na semana passada, entre os dias 17 e 19 de janeiro, no Hotel do Mar, em Sesimbra.

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A prática de atividade física é fundamental para as pessoas com diabetes tipo 2 e essencial para controlar o açúcar no sangue e na melhoria da saúde do coração. Esta é uma das conclusões descritas no artigo mais recente da European Association of Preventive Cardiology da European Society of Cardiology (ESC), publicado ontem, 15 de janeiro.

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Mediante os estudos recentes que reportam o benefício de recorrer a fármacos com elevada segurança cardiovascular, a Sociedade Portuguesa de Diabetologia (SPD) atualizou as Recomendações Nacionais para o tratamento da hiperglicemia na diabetes tipo 2. O documento defende que o tratamento da patologia em causa deve tornar-se cada vez mais individualizado, olhando para além da hiperglicemia e tendo em conta os problemas e riscos cardiovasculares ou renais.

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Resultados de diversos estudos com células estaminais mesenquimais (MSC) têm-se apresentado favoráveis no que respeita à atenuação de complicações associadas à diabetes tipo 2. Os investigadores têm sugerido que parte dos efeitos terapêuticos se devam a vesículas libertadas pelas MSC.

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Novos estudos apresentados na 54.º Reunião Anual da Associação Europeia para o Estudo da Diabetes (EASD 2018) demonstram que os serviços de saúde e as estratégias de saúde destinadas a reduzir a prevalência de diabetes tipo 2 podem revelar-se ineficazes, a menos que abordem fatores sociais e culturais. Os investigadores relacionaram fatores como as tradições alimentares e os papéis tradicionais de cada género com o aumento da vulnerabilidade da diabetes nas cidades, onde três quartos das pessoas com a doença vão viver até 2045.

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Para assinalar o Dia Mundial do Coração, que se celebrou a 29 de setembro, a Federação Internacional de Diabetes (IDF), em parceria com a Novo Nordisk, anunciou os resultados do estudo “Taking Diabetes to Heart”. O estudo global investigou a consciência sobre a doença cardiovascular (DCV) em 12.695 pessoas com diabetes tipo 2 e revelou que duas em cada três pessoas apresentam vários fatores de risco cardiovascular. Um em cada quatro inquiridos revelou que nunca discutiu o risco cardiovascular com um médico e um em cada quatro considera ter baixo risco de DCV.

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O projeto Sweet-Football arrancou a 14 de setembro, com o propósito de “desenvolver um programa de exercício físico baseado no walking football (“futebol a andar”) para indivíduos de meia-idade e idosos com diabetes tipo 2, e avaliar o seu impacto na saúde”. Em entrevista ao My Diabetes, o Prof. Doutor Romeu Mendes, coordenador do projeto, explica que a “bem conhecida relação de afetividade dos portugueses com o futebol” serviu de mote a esta iniciativa.

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A Sociedade Portuguesa de Diabetologia (SPD) publicou recentemente uma “Proposta de Atualização das Recomendações para o tratamento da hiperglicemia na Diabetes tipo 2”, que esteve em discussão pública até ao dia 20 de setembro. Em entrevista ao My Diabetes, o Dr. Rui Duarte, presidente da SPD, explica os principais pontos defendidos nesta proposta, que “fundamentalmente se baseia na individualização terapêutica” e na “centralidade no doente”. Assista ao vídeo.

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Semaglutido reduziu de forma consistente o endpoint composto, tempo até a primeira ocorrência de enfarte agudo do miocárdio não fatal e acidente vascular cerebral não fatal ou morte cardiovascular em pessoas com diabetes tipo 2 com um elevado risco cardiovascular. Estes resultados verificaram-se independentemente de os doentes terem tido eventos cardiovasculares prévios ao início do ensaio clínico.

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Os resultados do estudo realizado em ambiente clínico real CONFIRM, que compara a eficiência de insulina degludec versus insulina glargina U300, foram apresentados na 78.º Sessão Científica da American Diabetes Association (ADA). O estudo retrospetivo, não interventivo de efetividade comparativa, que incluiu mais de quatro mil adultos com diabetes tipo 2 que começaram a utilizar insulina basal pela primeira vez, mostraram que após seis meses, as pessoas com diabetes tratadas com o fármaco tinham um valor de HbA1c consideravelmente inferior, comparada com as pessoas com diabetes tratadas com insulina glargina U300 (-1.5% vs. -1.2% respetivamente; p=0.029).

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